A IA já diagnostica melhor? O teste da Microsoft explicado | Radar Semanal
Último episódio da temporada: capacidades, custos e limites do diagnóstico por inteligência artificial.

O MAI-DxO da Microsoft superou os médicos participantes em dois testes escritos de diagnóstico sequencial. Neste Radar Semanal, Nuno Santos explica como funciona a coordenação de agentes, que informação o sistema pode pedir e o que os resultados permitem concluir.
O episódio distingue desempenho num benchmark de benefício demonstrado junto de doentes reais e analisa os custos estimados dos exames, as limitações da simulação e a necessidade de avaliação clínica prospetiva.
No panorama da semana: o recuo do Barnes Ice Cap, o acordo entre USDA e NASA para modernizar estatísticas agrícolas e uma interface cerebral que permitiu a alguns doentes sem resposta controlar um som.
Depois do fecho, o Outlier da Semana acompanha o avião experimental X-59 da NASA. Este é o último episódio da temporada. Obrigado por acompanhares o Radar Semanal.
Tema principal — Diagnóstico por IA
Como funciona o MAI-DxO da Microsoft, o que foi comparado nos testes escritos e quais são os limites da evidência.
Final de temporada
O último episódio desta temporada, com agradecimento ao público e continuidade do Radar Futuro no site e nas redes.
- Recuo do Barnes Ice Cap.
- USDA e NASA: satélites nas estatísticas agrícolas.
- Interface cérebro-computador com feedback sonoro em cuidados intensivos.
