A nova superfície de ataque da inteligência artificial

A segurança da inteligência artificial já não depende apenas do modelo. À medida que os agentes ganham browsers, ferramentas, APIs, ficheiros, credenciais e acesso a sistemas reais, aumenta também a quantidade de software e infraestrutura que precisa de ser protegida. Esta semana vimos as duas metades desse problema. A CISA confirmou exploração de vulnerabilidades em componentes relevantes para aplicações, automação e infraestrutura moderna, incluindo LiteLLM, Starlette e Kestra. Ao mesmo tempo, a OpenAI apresentou o GPT-6 Astra, o primeiro modelo que a própria empresa classifica como Critical em capacidade de cibersegurança. No Radar Semanal explicamos o que acontece quando modelos capazes de encontrar vulnerabilidades começam a coexistir com uma infraestrutura de agentes cada vez mais complexa. Também passamos pela IFA e pelos novos computadores Lenovo preparados para IA local, pelos dois State of Play da PlayStation, pela ação judicial contra a Apple no Reino Unido e por uma experiência científica particularmente curiosa: investigadores do MIT demonstraram porque um “laser de neutrinos” afinal não pode funcionar. Radar Futuro — Tecnologia com contexto. https://radarfuturo.pt
Outra versão com este título, de 12 minutos: [ver no YouTube](https://youtu.be/5CosNrchCu8) ou [ouvir no Buzzsprout](https://www.buzzsprout.com/2648984/episodes/19762400-a-nova-superficie-de-ataque-da-inteligencia-artificial).
