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Catalisador quase duplica a potência de teste de uma bateria zinco-ar

A célula experimental atingiu 54 mW/cm² e operou até 300 horas; o resultado ainda não mede a durabilidade de um produto.

2 minAtualizado
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Ilustração conceptual de uma célula eletroquímica zinco-ar em laboratório, sem reproduzir equipamento específico.

Investigadores da Universidade Técnica de Darmstadt desenvolveram um catalisador bifuncional para baterias zinco-ar recarregáveis. Numa célula de laboratório, o material atingiu uma densidade de potência máxima de 54 mW/cm², contra 28 mW/cm² no catalisador de referência usado pelos autores.

Infográfico

Duas reações no mesmo elétrodo

O desenho procurou reduzir a dependência de metais nobres. Segundo o artigo, a arquitetura distribui locais ativos e facilita transporte de carga e massa. A comunicação institucional da Universidade Técnica de Darmstadt refere operação até 300 horas nas condições do ensaio.

O ganho medido

Comparar 54 com 28 mW/cm² mostra uma melhoria clara dentro da configuração experimental. O resultado não estabelece a energia total armazenada, a autonomia de um dispositivo, a segurança em abuso, o custo de fabrico ou a vida útil em ambiente real. Esses parâmetros dependem também do ânodo de zinco, do eletrólito, da gestão de água e do desenho da célula.

Onde está a contribuição

O trabalho mostra que um catalisador baseado em materiais relativamente abundantes pode acelerar as duas reações e manter atividade durante centenas de horas. Isso ataca um dos bloqueios eletroquímicos das baterias zinco-ar recarregáveis.

A passagem para módulos maiores exigirá testar área, corrente, ar ambiente, carbonatação do eletrólito e degradação do zinco. Até essas etapas, o resultado é um avanço de materiais e engenharia de elétrodos, não um anúncio de bateria comercial.

Fontes
Advanced Science — artigoTU Darmstadt — divulgação