
State of Play: os jogos que começam a definir o calendário de 2027
Dois State of Play mostraram mais de 30 jogos. Selecionamos os títulos com datas e janelas que já começam a dar forma ao calendário PlayStation de 2027.
Equipa editorial do Radar Futuro.
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Dois State of Play mostraram mais de 30 jogos. Selecionamos os títulos com datas e janelas que já começam a dar forma ao calendário PlayStation de 2027.

A CISA adicionou sete vulnerabilidades ao catálogo KEV. As falhas afetam seis produtos, de VPNs e repositórios a ferramentas usadas em workflows e aplicações de IA.

A Samsung apresentou o Galaxy S26 FE com Android 17, One UI 9 e sete anos de suporte. O preço e a venda em Portugal continuam por confirmar.

A NVIDIA registou 96,2 mil milhões de dólares em receitas trimestrais, mais 106% do que há um ano. Só o negócio de Data Center gerou 89 mil milhões, mostrando a escala a que continua a crescer a infraestrutura de IA.

A CISA adicionou a CVE-2026-21962 ao catálogo de vulnerabilidades exploradas. A falha tem CVSS 10, afeta componentes Oracle e já tinha correção disponível desde janeiro.

A CVE-2026-73570 afeta determinadas instalações do Zimbra com monitorização SNMP ativa e já está a ser explorada. A versão 10.1.20 corrige a falha, mas o CERT Polska recomenda que os administradores procurem também sinais de eventual exploração anterior à atualização.

O Slack Code cria canais temporários onde equipas podem trabalhar em conjunto com agentes de programação. A mudança leva o trabalho com coding agents de uma interação individual para um workflow partilhado, com contexto, revisão e aprovação.

A autoridade neerlandesa de proteção de dados aplicou uma multa de €825 milhões à Uber num caso sobre decisões automatizadas que afetaram o acesso de motoristas à plataforma. A empresa rejeita parte das conclusões e vai recorrer.

A Apple vai aplicar um único conjunto de termos comerciais às aplicações distribuídas na União Europeia. As taxas passam a depender da forma de pagamento e distribuição, numa nova adaptação às exigências do Digital Markets Act.

A proposta Regulation Crypto Assets cria novas exceções para determinadas ofertas ligadas a criptoativos e um possível safe harbor. O objetivo é adaptar as regras de captação de capital ao setor sem eliminar requisitos de divulgação e proteção dos investidores.

Os Estados Unidos já têm uma lei federal para stablecoins. Agora começa a parte mais difícil: transformar o GENIUS Act em regras operacionais para emissores, bancos e outras empresas que querem usar estes ativos como infraestrutura de pagamentos.

Uma falha no sistema de acompanhamento de encomendas da SafePal permitiu acesso não autorizado a dados pessoais e de compra de 39.798 clientes. A empresa diz não ter encontrado evidência de acesso às wallets ou fundos, mas alerta para tentativas de phishing mais dirigidas.

A OpenAI suspendeu atividades internas com o próximo modelo, conhecido como Astra, depois de avaliações indicarem capacidades de cibersegurança suficientemente avançadas para já não excluir um nível “Critical”.

A próxima fase da IA pode já não ser apenas sobre modelos abertos contra modelos fechados. Pode ser sobre quem consegue transformar modelos poderosos em negócio.

Um modelo da Meta acedeu à Internet durante um teste de cibersegurança e explorou uma vulnerabilidade externa. O caso reforça a necessidade de ambientes isolados, logs e auditoria em avaliações de agentes de IA.

A corrida da IA já não se mede apenas por modelos ou produtos. Mede-se também por contratos de longo prazo para data centers, energia, cloud e capacidade computacional.

Agentes de IA já não são apenas chatbots mais avançados. Quando conseguem usar ferramentas, escrever código e interagir com serviços externos, a segurança passa a exigir isolamento, logs, auditoria e supervisão.

A Austrália prepara uma penalização sobre receita publicitária digital para grandes plataformas que não paguem por notícias. Google, Meta, TikTok e LinkedIn podem ficar abrangidas.

A WeRide vai entrar no mercado nórdico através de uma parceria com a dinamarquesa GreenMobility. O plano mostra como empresas chinesas de condução autónoma estão a acelerar a expansão na Europa.

O DeepSeek V4-Flash está a pressionar o mercado com preços muito baixos por token. Para empresas e agentes de IA, a pergunta deixa de ser apenas qual é o melhor modelo e passa a ser quanto custa concluir uma tarefa útil.

O AI Act entra numa nova fase a 2 de agosto de 2026. As regras de transparência ganham força: chatbots devem identificar-se como IA, deepfakes devem ser assinalados e certos conteúdos gerados por IA terão de ser mais claros para o público.

A Europa quer criar sete gigafábricas de inteligência artificial com apoio público e investimento privado. O plano mostra que a soberania em IA já não depende apenas de modelos, mas também de chips, energia, cloud e data centers.

Microsoft e Meta estão ambas a gastar fortunas em inteligência artificial, chips e data centers. Mas os resultados mostram caminhos diferentes: a Microsoft já monetiza IA através do Azure e do Copilot, enquanto a Meta ainda tenta provar que agentes pessoais e publicidade com IA justificam o custo.

Autoridades do Minnesota divulgaram um ataque coordenado contra sistemas comunitários de água. Não há confirmação de contaminação ou impacto físico generalizado, mas o caso mostra como serviços locais essenciais se tornaram alvos críticos de cibersegurança.
O Samsung Galaxy Ring é um wearable discreto, leve e focado em saúde, sono e métricas diárias. A proposta é interessante para quem não quer dormir com smartwatch, mas o preço e a dependência do ecossistema Galaxy limitam o público.

Os gadgets com IA prometem fazer tudo: resumir reuniões, analisar sono, tirar fotografias, traduzir conversas e antecipar necessidades. Mas antes de comprar, convém separar utilidade real de marketing. Este guia ajuda a avaliar qualquer gadget de forma mais racional.

Os Ray-Ban Meta juntam câmara, microfones, altifalantes, comandos de voz e Meta AI num formato parecido com óculos normais. A proposta é forte para captura rápida, chamadas e criação de conteúdo, mas a privacidade continua a ser o maior obstáculo.

A semana de resultados da Big Tech chega num momento sensível para o mercado. Depois de quedas em ações ligadas aos chips, os investidores vão olhar para Microsoft, Meta, Amazon e Apple à procura de sinais claros sobre gastos em IA, crescimento da cloud e retorno financeiro.

As ações ligadas aos chips e à inteligência artificial sofreram uma forte correção, com quedas no KOSPI, Nikkei, Nvidia e ASML. O mercado continua a acreditar na IA, mas começa a questionar o custo real da infraestrutura necessária para a próxima fase da tecnologia.

A Open Secure AI Alliance junta Nvidia, Microsoft, Adobe, CrowdStrike, Hugging Face, Dell, IBM, Cisco e outros parceiros para criar ferramentas abertas de segurança em inteligência artificial. O anúncio surge após um incidente envolvendo a Hugging Face e reforça a urgência de proteger agentes de IA com acesso a ferramentas, internet e infraestrutura.

A cibersegurança está a entrar numa nova fase: ataques com IA, roubo de credenciais, abuso de identidades e movimentação através de aplicações cloud.

A Microsoft vai cortar cerca de 4.800 empregos e avançar com uma reestruturação da divisão Xbox, incluindo mudanças em estúdios e na estratégia de gaming.

A Meta prepara a produção de um chip de IA em setembro, num movimento que mostra como a corrida da inteligência artificial está cada vez mais ligada a hardware, data centers e capacidade computacional.

A agência digital das Nações Unidas lançou uma iniciativa para desenvolver regras e padrões de confiança para agentes de IA cada vez mais autónomos.