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Um em cada três jovens adultos de um inquérito usou IA para informação sobre substâncias

No painel online norte-americano, 32,3% relataram usar IA generativa para perguntas sobre drogas ou álcool; o estudo não avaliou a qualidade das respostas.

4 minAtualizado
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Ilustração editorial gerada por IA de uma pessoa a consultar informação de saúde num chatbot, sem identidade ou texto legível.

Num inquérito online a 995 residentes dos Estados Unidos entre os 18 e os 29 anos, 321 disseram ter usado ferramentas de IA generativa para obter informação sobre drogas ou álcool. A proporção estimada foi 32,3%, com intervalo de confiança de 95% entre 29,3% e 35,2%.

Diagrama
Diagrama Radar Futuro: Separa prevalência declarada do que o desenho transversal não avaliou.
Separa prevalência declarada do que o desenho transversal não avaliou. Radar Futuro

O que procuraram

Entre os utilizadores, 92,8% procuraram consequências e riscos, 48,6% informação sobre substâncias específicas e 34,9% temas ligados a perturbações por uso de substâncias. Quase metade, 48,2%, afirmou fazê-lo pelo menos uma vez por mês. As avaliações de utilidade, fiabilidade e confiança foram elevadas, embora resultem da perceção dos participantes.

Como foi medida a prevalência

Os participantes foram recrutados em abril de 2026 na plataforma Prolific. A equipa definiu quotas por idade, sexo e distribuição racial, excluiu cinco respostas por falhas de qualidade e analisou associações demográficas com regressão. Homens e participantes negros apresentaram maior probabilidade ajustada de relatar este uso; o desenho transversal não identifica a causa dessas diferenças.

O que o estudo não testou

A amostra é não probabilística e pode concentrar pessoas mais habituadas a serviços digitais. As perguntas eram novas e não tinham validação prévia. O estudo também não auditou a exatidão das respostas dos chatbots nem observou decisões posteriores. A contribuição é mapear um comportamento informacional já frequente e tornar mensuráveis as perguntas de segurança que faltam.

Fonte
JMIR Formative Research — artigo