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Tanager-2 entra em órbita para ampliar a observação de emissões de metano

O segundo satélite da parceria liderada pela Carbon Mapper foi lançado a 1 de outubro. Mais observações não equivalem, por si só, a emissões evitadas.

2 minAtualizado
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Ilustração de uma investigadora a observar um mapa de emissões num monitor, junto de uma maquete de satélite.

O Tanager-2 foi lançado a 1 de outubro na missão Transporter-18 da SpaceX, segundo o comunicado da Carbon Mapper. É o segundo satélite da série desenvolvida pela Planet Labs numa parceria liderada pela organização sem fins lucrativos.

Identificar fontes de emissões

A missão procura detetar grandes emissões de metano com detalhe suficiente para as associar a locais concretos. Com um segundo satélite, a Carbon Mapper pretende aumentar a frequência de observação e ampliar os dados disponibilizados publicamente.

A organização trabalha com operadores, reguladores e parceiros para transformar deteções em notificações e ações no terreno. Os resultados de mitigação apresentados no comunicado referem-se ao trabalho anterior com Tanager-1, não a reduções já obtidas pelo novo satélite.

Lançamento e impacto são etapas diferentes

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Entrar em órbita não demonstra ainda a produção regular de dados validados. Também não significa que uma fonte detetada seja automaticamente reparada. A utilidade depende da qualidade das medições, da identificação da origem e da capacidade de resposta.

Infográfico

O que acompanhar

Uma avaliação do impacto deve separar cobertura, deteções, notificações e intervenções confirmadas. Estes indicadores respondem a perguntas diferentes. A tecnologia pode tornar um problema mais visível; a redução de emissões exige que alguém atue sobre essa informação.

Fontes
Carbon Mapper — comunicado de lançamentoCarbon Mapper — preparação do lançamento