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GitHub Copilot retira seis modelos e indica alternativas para as equipas

A alteração entrou em vigor em 19 de outubro. No Enterprise, a alternativa pode depender das políticas de acesso definidas pelos administradores.

2 minAtualizado
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Ilustração conceptual gerada por IA: portátil com código desfocado e módulos de vidro numa secretária, evocando a substituição de componentes de software; sem interface real do Copilot.

O GitHub retirou em 19 de outubro seis modelos da maioria das experiências Copilot, concretizando uma mudança anunciada em 18 de setembro. O âmbito inclui chat, edição integrada, modos de pergunta e agente e conclusões de código.

Diagrama
Mapa de migração do Copilot: Gemini 3.7 Flash para 3.8 Flash; GPT-5.5 e GPT-5.4 para GPT-6.1 Sol; GPT-5.4 mini e GPT-5 mini para GPT-6 Luna; Grok 4.5 para 4.7. São alternativas indicadas pelo GitHub.
Mapa de migração do Copilot: Gemini 3.7 Flash para 3.8 Flash; GPT-5.5 e GPT-5.4 para GPT-6.1 Sol; GPT-5.4 mini e GPT-5 mini para GPT-6 Luna; Grok 4.5 para 4.7. São alternativas indicadas pelo GitHub. Gráfico editorial — Radar Futuro, a partir das fontes indicadas

A tabela oficial recomenda Gemini 3.8 Flash no lugar de Gemini 3.7 Flash; GPT-6.1 Sol para GPT-5.5 e GPT-5.4; GPT-6 Luna para GPT-5.4 mini e GPT-5 mini; e Grok 4.7 no lugar de Grok 4.5. São alternativas indicadas pelo serviço, não resultados de um teste comparativo publicado neste aviso.

A disponibilidade tem uma camada administrativa

As equipas Enterprise podem precisar de permitir os modelos alternativos nas políticas do Copilot. O GitHub pede a revisão dessas políticas e das integrações que selecionem modelos, embora não seja necessária uma operação manual para remover os modelos descontinuados.

A documentação de modelos suportados permite verificar separadamente disponibilidade, funcionalidades e políticas aplicáveis. O ponto operacional é que um modelo constar da oferta do serviço não garante que esteja autorizado numa determinada organização.

Migrar o trabalho, não apenas o nome

Como consequência editorial desta mudança, as equipas devem distinguir duas verificações: conseguir selecionar a alternativa e confirmar que os seus fluxos continuam adequados. Uma recomendação de substituição não demonstra que instruções, testes e critérios de revisão produzam resultados idênticos.

Não foi realizado um benchmark nesta preparação. Também não se deve extrapolar a retirada do Copilot para a disponibilidade geral dos mesmos modelos noutros serviços ou interfaces dos fornecedores.

O que mudou para o utilizador é verificável: certas escolhas deixaram de estar disponíveis na maioria das experiências abrangidas. Para quem mantém integrações, a tarefa imediata é localizar dependências explícitas dessas escolhas, confirmar a política organizacional e testar a alternativa no trabalho efetivamente realizado.

Fontes

Fontes
GitHub — retirada, âmbito e alternativasGitHub Docs — modelos suportados